terça-feira, 30 de julho de 2013

Mendes Sibara entrevista Alexandre Gevaerd

Além dos condomínios no litoral catarinense, a Mendes Sibara também está expandindo os seus empreendimentos para a região do Vale do Itajaí. Assim, ao mesmo tempo em que cria maneiras inovadoras de morar, a construtora também investe no mercado imobiliário de outras cidades. É o caso de Blumenau, onde a Mendes Sibara irá construir um novo condomínio. O projeto será lançado ainda este ano e promete trazer ainda mais sofisticação a uma das áreas que mais cresce em Blumenau.
Em entrevista à MS Magazine, o secretário de Planejamento Urbano de Blumenau, Alexandre Gevaerd, fala sobre o investimento da construtora e os benefícios que trará para a cidade.










A MS Magazine é a revista do grupo Mendes Sibara. Em breve a construtora fará o lançamento de um condomínio de alto padrão no bairro Ponta Aguda, em amplo terreno que fica na esquina das ruas Paraguai e República Argentina, bem no centro do bairro Ponta Aguda.
As edições online podem ser lidas no link http://mundieditora.com.br/mendessibara/

Onze cidades catarinenses estão entre as 50 mais desenvolvidas do Brasil



Santa Catarina tem 11 cidades com máximo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e entre as 50 melhores do ranking nacional. Florianópolis subiu um nível na classificação em relação ao último relatório, se posicionando em terceiro lugar nacional e garantindo o topo da tabela no Estado. O relatório foi divulgado nesta segunda-feira e o Brasil registrou crescimento de 47,8% no índice desde 2000.
O IDHM é resultado do cruzamento de mais de 180 indicadores socioeconômicos do IBGE e é divido em três dimensões: a longevidade (oportunidade de viver mais), o acesso a educação, e o padrão de vida (renda familiar). O índice varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo o valor for de 1, maior será o IDHM. Os lugares podem ser posicionados em uma destas avaliações: muito alto, alto, médio, baixo ou muito baixo. A análise dessas dimensões resultou no número 0.774 para Santa Catarina, classificando a região como padrão alto



As cidades catarinenses que estão nas cinco primeiras posições do índice — Florianópolis, Balneário Camboriú, Joaçaba, São José e Joinville — tiveram altos valores relativos a longevidade. A chance de a população viver mais posiciona o Estado em segundo lugar na tabela dos estados, perdendo apenas para o Distrito Federal (DF) em primeiro, seguido de São Paulo (3º), Rio Grande do Sul (4º) e Minas Gerais (5º). 
O DF está em primeiro lugar nas três dimensões. Santa Catarina está em terceiro lugar quando o aspecto avaliado é a educação, e em quinto quando avalia-se a renda. Entre os municípios do Estado, Cerro Negro, na Serra, está no último lugar estadual. Melgaço, no Pará, é o município com o pior IDHM do Brasil: 0.418. 
As pesquisas foram elaboradas pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro e os dados são referentes aos anos de 2010. 




Índice não é qualitativo, diz especialista
Pós-doutor em desenvolvimento econômico, rural e territorial pela universidade de Oxford, na Inglaterra, o professor Lauro Mattei avalia o IDHM como um índice quantitativo. Segundo ele, as dimensões de longevidade selecionam medidas como o número de atendimentos hospitalares, ao invés de analisar a qualidade do serviço. O mesmo acontece com o parâmetro da educação, que registra no índice as crianças matriculadas, abdicando da avaliação da evolução do ensino.

— É um índice quantitativo, que não avalia a qualidade do desenvolvimento nas cidades brasileiras. É válido, mas os indicadores precisam ser revistos — disse Mattei.

Fonte : Diário Catarinense
Infografia : Paola Bello/Agência RBS

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Balneário Camboriú terá prédio de 81 andares

Foto : Marcos Porto
Balneário Camboriú tem o condomínio residencial mais alto do país. No sábado, a Embraed entregou o Villa Serena (foto), gigante com 160 metros de altura e 46 pavimentos. São 164 apartamentos com preço médio de R$ 2 milhões. Cerca de metade já foi vendida. A maior parte para mato-grossenses e paranaenses, deixando claro que o mercado da construção civil do Litoral não tem restrições geográficas.
Daqui a alguns anos, o Villa Serena deve perder o título para o Infinity Coast, da concorrente FG Empreendimentos, que terá 240 metros e 60 andares, mas o empresário Rogério Rosa, da Embraed, já anunciou outro residencial maior ainda, com 307 metros de altura e 81 andares. Seria o mais alto do hemisfério sul.
Uma saudável competição para a economia e o marketing das empresas, mas será saudável para a qualidade de vida da cidade? Por mais que saibamos que esses empreendimentos nunca terão ocupação de 100%, já que a maioria só vem a passeio ou comprou para investir, dá uma certa aflição sobre como se comportará a dinâmica urbana e os serviços públicos, como o abastecimento de água na temporada.

Lição de empreendedorismo
Interessante observar que os empresários dessas duas potências da construção civil de Balneário Camboriú tiveram origem humilde na região. Rogério Rosa, da Embraed, vendia x-salada em Itajaí antes de se aventurar no setor dos tijolos e do concreto. Francisco Graciola, da FG Empreendimentos, era barbeiro aqui em Blumenau.
Apostaram no setor certo, na hora certa, no local certo.

Fonte: Blog do Pancho

Será que o lendário Edifício Manhattan sairá do papel na Barra Sul e terá mais de 300 metros ? Será que o novo Plano Diretor de BC permitirá essa altura ? São questões que serão respondidas em alguns anos. Fica declarada a guerra de altura entre FG e Embraed. 
BC é nossa cidade mais cosmopolita e definitivamente não tem medo de altura. Que esses projetos sejam aprovados e levem BC ao patamar de meca da construção civil da América Latina.
Fica a sugestão para Rogerio Rosa e Francisco Graciola lembrarem de suas origens e construir belos e altos prédios aqui em Blumenau também.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Norma de Desempenho passa a valer na construção civil


Entrou em vigor na última sexta-feira (19/7) a NBR 15.575/2013 - Desempenho de Edificações Habitacionais. Publicada no dia 19 de fevereiro deste ano, a norma estabelece critérios para avaliação e qualificação das construções habitacionais no Brasil. Ela contém seis partes: Requisitos Gerais (NBR 15.575-1); Sistemas estruturais (NBR 15.575-2); Sistemas de pisos (NBR 15.575-3); Sistemas de vedações verticais internas e externas (NBR 15.575-4); Sistemas de coberturas (NBR 15.575-5); e Sistemas hidrossanitários (NBR 15.575-6).
O texto institui nível de desempenho mínimo ao longo de uma vida útil para os elementos principais (como estrutura, vedações, instalações elétricas e hidrossanitárias, pisos, fachada e cobertura) de toda e qualquer edificação habitacional.

A primeira versão da norma, publicada em 2008, pegou as empresas de surpresa e impôs severas dificuldades aos construtores, aos projetistas e à indústria de materiais para se adequarem aos requisitos apresentados no documento, muitos deles inéditos à época. Em conjunto, as principais entidades da indústria da construção conseguiram estender o prazo de exigibilidade da NBR 15.575 - período em que os comitês técnicos reavaliaram as lacunas da norma e atualizaram as metodologias de avaliação de desempenho, e os fabricantes se mobilizaram para adequar seus produtos e processos de fabricação às exigências do texto.
Mais detalhada e abrangente, a NBR 15.575:2013 deve gerar uma pequena alta nos custos da construção, de 5% a 7% de acréscimo no custo final da obra, segundo estimativas de especialistas do setor. Isso pode acontecer até mesmo entre os empreendimentos de alto padrão que, em geral, já cumprem requisitos mínimos de qualidade em diversos itens por pressão do próprio público consumidor, muito mais exigente.

Parte 1: Requisitos Gerais
Com um caráter de orientação geral, a parte 1 da NBR 15.575 funciona como um índice de referência remetendo, sempre que possível, às partes específicas (estrutura, pisos, vedações verticais, coberturas e sistemas hidrossanitários). Ela também traz aspectos de natureza geral e critérios que envolvem a norma como um todo.
Nela, são apresentados o conceito de vida útil do projeto, definição de responsabilidades e parâmetros de desempenho mínimos (compulsório), intermediário e superior.

Parte 2: Estrutura
A segunda parte da Norma de Desempenho trata dos requisitos para os sistemas estruturais de edificações habitacionais. O texto estabelece quais são os critérios de estabilidade e resistência do imóvel, indicando, inclusive, métodos para medir quais os tipos de impacto que a estrutura deve suportar sem que apresente falhas ou rachaduras.

Parte 3: Sistemas de Piso
A terceira parte da NBR 15.575 foi uma das que sofreu mais modificações durante o processo de revisão, que se estendeu de 2011 até fevereiro de 2013, quando a versão final foi publicada. O texto agora não normatiza somente os sistemas de pisos internos, como constava na versão original, mas também os externos. Outro acréscimo foi a definição mais clara do sistema de pisos como a combinação de diversos elementos, o que inclui o contrapiso, por exemplo, e não somente a camada de revestimento ou acabamento.
O novo texto da norma trouxe definições mais claras para coeficiente de atrito e resistência ao escorregamento. O escorregamento é um decréscimo intenso e rápido no valor do coeficiente de atrito entre o corpo em movimento e a superfície de apoio. O coeficiente de atrito, por sua vez, é uma propriedade intrínseca da interface dos materiais que estão em contato.

Parte 4: Vedações Verticais
Os desempenhos estabelecidos para os sistemas de vedação vertical em uma edificação - basicamente, o conjunto de paredes e esquadrias (portas, janelas e fachadas) - referem-se a requisitos como estanqueidade ao ar, à água, a rajadas de ventos e ao conforto acústico e térmico. 
Algumas das principais mudanças, segundo Claudio Mitidiei Filho, pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e relator dessa parte da norma, foram a adequação de critérios relativos ao desempenho estrutural e a inclusão dos critérios relativos à segurança ao fogo. Quanto ao desempenho estrutural, a revisão melhorou, segundo ele, a definição de quais eram os critérios aplicáveis ao estado limite último, de ruína, e quais eram aplicáveis ao estado limite de serviço ou de utilização.

Parte 5: Coberturas
Não há grandes novidades relativas aos sistemas de coberturas, mas aprimoramentos em relação a outras normas. Entre os principais requisitos estão os que tratam da reação ao fogo dos materiais de revestimento e acabamento e da resistência ao fogo do sistema de cobertura. Nesse último item, a norma determina que a resistência ao fogo da estrutura da cobertura atenda às exigências da NBR 14.432, considerando um valor mínimo de 30 minutos.

Parte 6: Sistemas hidrossanitários
A parte 6 da NBR 15.575 compreende os sistemas prediais de água fria e de água quente, de esgoto sanitário e ventilação, além dos sistemas prediais de águas pluviais. O texto explora conceitos como a durabilidade dos sistemas, a previsão e antecipação de critérios para a manutenção da edificação e suas partes, bem como o funcionamento dos sistemas hidrossanitários.
O texto também traz considerações sobre a separação física dos sistemas de água fria potável e não potável, em consonância com as tendências atuais de reúso de água.

Fonte

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Bella Cyntra entrega Edifício Maria Eduarda Residence

A Bella Cyntra Construções e Incorporações entregou neste dia 25 de Julho o Edifício Maria Eduarda Residence, na rua 11 de Junho (fundos do Clube Guarani) no bairro Itoupava Norte. São 36 apartamentos de 2 dormitórios com suíte.



Parabéns aos proprietários !

quarta-feira, 24 de julho de 2013

terça-feira, 23 de julho de 2013

Massa de ar frio derruba as temperaturas

A forte massa de ar frio derrubou as temperaturas em SC. Em Blumenau durante a madrugada do dia 23 de julho marcou 2.4° com registro de chuva congelada. Nevou em mais de 30 cidades de SC. Algumas imagens retiradas do Fórum Skyscrapercity :

Rio do Sul (fotos Humboldt-SC)





Salete (morro da repetidora)












Indaial



Guabiruba



Papanduva



Angelina



Bom Retiro



Canoinhas









Rancho Queimado






Itaiópolis



Morro da Cambirela em Palhoça






Doutor Pedrinho


Presidente Nereu



Lontras



Lindas as imagens de Florianópolis com a neve cobrindo o morro Cambirela. E para fechar imagens via facebook do João Paulo Taumaturgo https://www.facebook.com/jptdasilva (Neve em Blumenau no Morro do Cachorro)